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Eleições

Biometria: quem não cadastrou pode votar?

Eleitores sem biometria cadastrada podem votar normalmente, desde que estejam com a situação eleitoral regular, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Por Atualizada em 03/10/2026 às 09:00

Biometria: quem não cadastrou pode votar?
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O eleitor que não cadastrou a biometria pode votar normalmente. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a biometria facilita a identificação, mas sua ausência no cadastro eleitoral não impede o voto.

O mais importante na hora de votar é estar com a situação eleitoral regular. A regra vale para o primeiro e o segundo turnos das eleições 2026, marcados para 4 e 25 de outubro.

Atualmente, cerca de 10,99% do eleitorado brasileiro ainda não possui biometria cadastrada, segundo o TSE.

Como funciona a identificação biométrica?

Todas as seções eleitorais do país têm leitores biométricos integrados às urnas eletrônicas. Para quem possui biometria cadastrada, a identificação ocorre antes da liberação do voto, por meio da conferência da impressão digital.

Segundo o TSE, a biometria adiciona uma camada de segurança ao processo eleitoral e ajuda a confirmar a identidade da pessoa habilitada a votar.

E se a urna não reconhecer a digital?

Se a digital não for reconhecida, a urna faz até quatro tentativas de validação biométrica.

Caso nenhuma delas funcione, o sistema adota outro procedimento de identificação: o eleitor deverá informar o ano de nascimento.

Para quem não tem biometria cadastrada, o procedimento é semelhante. Se o eleitor estiver regular, a urna solicitará o ano de nascimento.

E quem vota no exterior?

Nas seções eleitorais fora do Brasil, a identificação biométrica não é utilizada durante a votação.

A urna não solicita a impressão digital, mas o eleitor precisa estar regularmente inscrito e apto no Cadastro Eleitoral para votar.

O que é a biometria eleitoral?

A biometria reúne dados físicos utilizados para identificar cada eleitor. Na Justiça Eleitoral, o cadastro inclui impressões digitais, fotografia e assinatura.

As informações ficam armazenadas no Cadastro Eleitoral e podem ser usadas para identificar o eleitor tanto no atendimento da Justiça Eleitoral quanto na votação.

Segundo o TSE, a biometria também ajuda a detectar possíveis duplicidades cadastrais e torna procedimentos de identificação mais ágeis.

Fonte original: g1.globo.com

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