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Política

Com passagens por Câmara, Senado e pelo governo de Goiás, Ronaldo Caiado tenta pela segunda vez chegar à Presidência

Ronaldo Caiado, ex-governador de Goiás e candidato à Presidência pelo PSD, oficializou sua candidatura em julho e busca romper a polarização política atual, focando na defesa do agronegócio.

Por Atualizada em 04/10/2026 às 03:00

Com passagens por Câmara, Senado e pelo governo de Goiás, Ronaldo Caiado tenta pela segunda vez chegar à Presidência
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Ronaldo Caiado, candidato à Presidência pelo PSD, de 77 anos, tenta vencer o posto pela segunda vez, após concorrer em 1989.

Casado com Gracinha Caiado, candidata ao Senado por Goiás, o médico ortopedista e produtor rural é pai de quatro filhos – um deles, Ronaldo Ramos Caiado Filho, morreu aos 40 anos em 2022.

O goiano oficializou sua candidatura à presidência em julho, anunciando como vice Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD.

A pré-candidatura havia sido lançada em 2025, quando ainda estava no União Brasil. Caiado deixou o partido para se filiar ao PSD após a legenda ter anunciado a formação de federação partidária com o Progressistas. A federação optou por não lançar nem apoiar candidatos na eleição presidencial deste ano.

Primeira tentativa em 1989

Em sua primeira tentativa de chegar ao Palácio do Planalto, em 1989, Caiado terminou a campanha em 10º lugar, recebendo pouco mais de 488 mil votos, 0,72% do total do pleito.

Caiado representou Goiás na Câmara dos Deputados por cinco mandatos e foi senador por um mandato, tendo sido uma voz ativa na defesa do agronegócio dentro do Congresso.

Caiado também foi governador do Estado por dois mandatos consecutivos, eleito em 2018 e 2022.

Durante a campanha presidencial, Caiado buscou se apresentar como uma terceira via capaz de romper com a polarização entre apoiadores do PT e da família Bolsonaro.

A estratégia, entretanto, não mostrou resultados promissores nas pesquisas eleitorais, não conseguindo registrar dois dígitos de intenção de voto em nenhuma delas.

O goiano também defendeu a aprovação de uma anistia "ampla, geral e irrestrita" para os condenados por tentativa de golpe de estado que culminaram nos atos de 8 de janeiro de 2023.

Fonte original: g1.globo.com

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