A partir de outubro, as contas de luz voltarão a ser cobradas pela bandeira verde, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A mudança ocorre após cinco meses em que vigorou a bandeira amarela.
O retorno da bandeira verde se deve ao aumento no volume de chuvas, especialmente nas regiões Sul e Sudeste, que estabiliza os níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas. Com isso, será possível reduzir o uso de fontes de energia mais caras, como as termelétricas, que utilizam combustíveis.
As bandeiras tarifárias indicam a variação do custo da energia elétrica. Na bandeira verde, não há acréscimo na conta. Já a bandeira amarela acrescenta R$ 1,88 a cada 100 kWh consumidos. A bandeira vermelha possui dois patamares: o primeiro com acréscimo de R$ 4,46 e o segundo de R$ 7,87 para cada 100 kWh.
"O retorno da bandeira verde se deve ao aumento no volume de chuvas, em especial nas regiões Sul e Sudeste, o que estabiliza o armazenamento nos reservatórios das usinas hidrelétricas."
"Será possível reduzir o uso de fontes de energia mais caras, como as usinas termelétricas, à base de combustíveis."







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