Mulheres de 15 a 59 anos que vivem com crianças de 2 a 14 anos com deficiência apresentam menor participação no mercado de trabalho. Segundo pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (18), 43,1% delas estavam ocupadas em 2022, ante 55,2% entre as que moravam com crianças sem deficiência.
A diferença também aparece nos domicílios com idosos com deficiência. Nesses casos, 46,5% das mulheres estavam ocupadas, enquanto a taxa chegava a 54,5% entre aquelas que não viviam com idosos com deficiência.
Entre os homens, a presença de crianças com deficiência praticamente não alterava a taxa de ocupação. O índice era de 69,7% entre os que moravam com crianças com deficiência e de 69,5% quando as crianças não tinham deficiência.
Já nos domicílios com idosos com deficiência, a taxa de ocupação dos homens era de 60,5%, contra 72,9% entre aqueles que não viviam com idosos com deficiência. Os dados fazem parte do estudo do IBGE sobre as desigualdades sociais da população com deficiência e analisam a relação entre a composição familiar e a participação no mercado de trabalho.







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