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Fred Bruno mostra estado do pé 5 dias após ser atingido por tiro em balada

O apresentador Fred Bruno, do Globo Esporte, compartilhou imagens do pé cinco dias após ser atingido de raspão por um disparo de arma de fogo em uma casa noturna na zona sul de São Paulo. O episódio envolveu o deputado estadual Marcelo Aguiar, que foi conduzido à delegacia, mas não permaneceu preso.

Por Atualizada em 24/10/2026 às 22:00

O apresentador e ex-BBB Fred Bruno foi atingido por um tiro em uma balada de São Paulo • Natalia Rampinelli/Agnews
O apresentador e ex-BBB Fred Bruno foi atingido por um tiro em uma balada de São Paulo • Natalia Rampinelli/Agnews
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O apresentador Fred Bruno, 37 anos, mostrou neste sábado (24) o estado do seu pé cinco dias após ter sido atingido de raspão por um disparo de arma de fogo durante uma confusão em uma balada na zona sul de São Paulo.

Em publicação nos Stories do seu perfil no Instagram, o comandante do Globo Esporte, da TV Globo, afirmou que o pé está quase recuperado e que foi liberado pelos médicos para voltar a jogar futebol.

"Pézin tá quase zero. Médico liberou, então bora pro jogo", escreveu ao mostrar o pé enfaixado.

O incidente ocorreu na madrugada da última segunda-feira (19), no Santo Cupido Bar, localizado na Vila Nova Conceição, zona sul da capital paulista. Segundo Fred Bruno, ele foi atingido no pé durante um disparo de arma de fogo no estabelecimento.

Após o ocorrido, o apresentador relatou ter sentido um impacto no pé, seguido de inchaço, coloração arroxeada e dor na região, e afirmou que o caso poderia ter tido consequências mais graves.

Disparo atribuído ao deputado estadual Marcelo Aguiar

O disparo foi atribuído ao deputado estadual Marcelo Aguiar. Conforme informações das autoridades, a arma foi apreendida e o parlamentar foi levado à delegacia, mas não permaneceu preso.

De acordo com o boletim de ocorrência, policiais militares foram acionados para atender a uma ocorrência de disparo no estabelecimento. Ao chegarem, encontraram o deputado na calçada, acompanhado por integrantes da equipe de segurança do bar.

Os seguranças relataram que o disparo foi feito com uma pistola Glock G42, calibre .380. Após o tiro, Marcelo teria sido conduzido à área externa e desarmado. O gerente do estabelecimento foi quem acionou a Polícia Militar.

Uma testemunha afirmou em depoimento na delegacia que Marcelo teria importunado mulheres que estavam no local. Segundo ela, um homem se aproximou do deputado e pediu que ele parasse. Marcelo teria atendido ao pedido, mas permaneceu no mesmo lugar. Na sequência, outros dois homens se aproximaram e também pediram que ele se afastasse. Nesse momento, foi ouvido um único disparo, e as pessoas presentes se dispersaram.

Questionado pelos policiais, o deputado optou por não prestar esclarecimentos naquele momento. Os agentes informaram que precisaram algemá-lo durante a abordagem devido ao estado de exaltação e ao receio de risco à integridade física dele ou de outras pessoas.

A Polícia Militar informou que Marcelo possuía certificado de porte de arma válido.

Apesar da ocorrência, a autoridade policial decidiu não formalizar a prisão em flagrante. O despacho cita a imunidade formal dos parlamentares e considera, em uma análise inicial, a possível prática do crime previsto no artigo 15 do Estatuto do Desarmamento, relacionado a disparo de arma de fogo em determinadas circunstâncias. Segundo a autoridade, não havia, naquele momento, elementos que indicassem a prática de crime inafiançável.

Marcelo foi liberado por possuir imunidade como deputado prevista na Constituição Federal, mas a arma, uma pistola calibre .380, foi apreendida.

Fonte original: www.cnnbrasil.com.br

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