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Maranhão

Menino de 8 anos se destaca em olimpíadas científicas e avança em programa internacional de caça a asteroides

Fábio Neto, de 8 anos, diagnosticado com superdotação e neurodivergência, conquistou medalhas na Olimpíada Brasileira de Astronomia e avançou no programa internacional Caça Asteroides, podendo nomear um asteroide identificado por ele.

Por Atualizada em 04/11/2026 às 13:00

Menino de 8 anos se destaca em olimpíadas científicas e avança em programa internacional de caça a asteroides
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Diagnosticado com superdotação e neurodivergência, o pequeno Fábio Neto, de apenas 8 anos, tem transformado sua paixão por ciência, astronomia, física e matemática em relevantes conquistas acadêmicas e científicas.

Programa Caça Asteroides

O percurso de premiações do estudante começou na Olimpíada Brasileira de Astronomia (OBA). Em 2024, antes de ingressar no programa de busca espacial, Fábio conquistou a sua primeira medalha de prata na competição nacional. No ano seguinte, em 2025, o estudante retornou ao pódio para faturar a medalha de ouro, período em que também formalizou sua inscrição no programa Caça Asteroides.

A participação na iniciativa científica rendeu frutos expressivos. Recentemente, um objeto celestial identificado por ele durante as atividades do programa avançou no rigoroso processo de investigação internacional.

“A gente vê, desde criança, né… Então ele tem apenas 8 anos e muito, muito interessado por estudar, por ciência, tecnologia. E é muito gratificante. Então a gente vê que ele tá no caminho certo”, destacou Fábio Filho, pai do menino.

O processo de validação científica

Embora o avanço do objeto represente um marco expressivo na trajetória do estudante, o achado ainda aguarda os trâmites oficiais necessários para ser classificado formalmente como uma descoberta definitiva.

A Sociedade de Astronomia do Maranhão acompanha de perto o desenvolvimento do menino prodígio. A presidente da entidade, Sandra Eloi, explicou os próximos passos do processo conduzido em conjunto com os órgãos internacionais.

“Fábio também conseguiu um asteroide esse ano já, né? E depois de 5 anos que a NASA estuda esse asteroide, analisa a rota, a gente pode inclusive nomear o asteroide. Então ele vai poder dar um nome ao asteroide que ele identificou, depois de toda a confirmação pelo programa do IASC, da instituição internacional de astronomia.”

Caso todas as etapas e análises lideradas pelo Instituto Internacional de Astronomia sejam concluídas com sucesso, Fábio terá o privilégio de propor um nome oficial para o corpo celeste descoberto, consolidando ainda mais sua promissora jornada científica.

Fonte original: difusoranews.com

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