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Política

Meta diz que canal 'Exército do Lula' não viola políticas da empresa

Meta afirmou que o canal do WhatsApp 'Exército do Lula' não infringe suas políticas, em resposta a pedido do presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, que solicitou relatório técnico sobre o canal.

Por Atualizada em 23/10/2026 às 20:00

Meta diz que canal 'Exército do Lula' não viola políticas da empresa
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A empresa Meta afirmou nesta sexta-feira (23) que o canal do WhatsApp "Exército do Lula" não viola as políticas da empresa.

"A análise do Canal à luz das Diretrizes de Canais consta da declaração técnica anexa, que constatou que não há violação das políticas, detalhando as políticas e metodologia para detecção de conteúdo violador. A resposta também endereça os questionamentos sobre preservação de dados; dados disponíveis, encaminhamentos e esclarecimentos sobre inexistência de serviço pago nesta interface".

A Meta respondeu a um pedido do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, que deu 24 horas para que a empresa envie um amplo relatório com dados técnicos sobre o canal "Exército do Lula".

Nunes Marques atendeu a um pedido da campanha do candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, que questiona a verificação do plano de conformidade assinado pela Meta com o tribunal, o qual informa medidas adotadas para prevenir e mitigar riscos à integridade do processo eleitoral.

A decisão determina que a Meta explique quais critérios técnicos utiliza para diferenciar uma “mobilização legítima” de um “comportamento coordenado potencialmente irregular”.

Na decisão, o ministro esclarece que o foco da análise é "o confronto entre as providências formalmente informadas à Justiça Eleitoral e o funcionamento do mecanismo questionado”.

Nesta sexta, a Meta afirmou que os canais do WhatsApp seguem regras diferentes das aplicadas ao Instagram e ao Facebook e que os termos de serviço do aplicativo de mensagens proíbem especificamente o uso da plataforma para “coordenar danos, publicar falsidades ou deturpações, fazer-se passar por alguém ou enviar comunicações ilegais ou não permitidas, como mensagens em massa, mensagens automáticas ou discagem automática”.

Fonte original: g1.globo.com

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