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Modelo Dandara Couto mostra marcas no corpo após período desaparecida em SP

A modelo Dandara Couto, que ficou três dias desaparecida em São Paulo, compartilhou imagens das marcas em seu corpo e falou sobre as dificuldades psicológicas enfrentadas durante esse período.

Por Atualizada em 25/10/2026 às 09:00

Modelo Dandara Couto mostra marcas no corpo após ficar três dias desaparecida • Instagram/ Dandara Couto
Modelo Dandara Couto mostra marcas no corpo após ficar três dias desaparecida • Instagram/ Dandara Couto
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A modelo Dandara Couto, 27 anos, voltou a se manifestar sobre o período em que ficou três dias desaparecida em São Paulo e mostrou as marcas no corpo decorrentes desse momento. Ela relatou que passou os dias caminhando, sem dormir e sem se alimentar adequadamente.

Em publicação no Instagram, Dandara citou uma frase do rapper Criolo que a acompanhou durante esse período:

"As pessoas se olham e não se falam, se esbarram na rua e se maltratam. Eu sou a única que carrega a memória do que aconteceu nesses três dias".

A modelo explicou que passou o tempo refletindo sobre sua espiritualidade, sem dormir e pedindo apenas água para beber. Duas pessoas na rua ofereceram comida, que ela só consumiu no último dia, quando já não aguentava mais. Ela resumiu:

"De resto, é história".

Dandara foi declarada desaparecida no início de outubro. Segundo a família, ela foi vista pela última vez no bairro de Pinheiros, zona oeste de São Paulo, quando saiu de casa para fazer tranças no cabelo e não retornou.

No dia 7 de outubro, amigos da modelo organizaram uma corrente nas redes sociais e divulgaram cartazes para tentar localizá-la. Três dias após o desaparecimento, ela foi encontrada em São Paulo, em boas condições.

Em outra publicação, Dandara falou sobre as dificuldades psicológicas enfrentadas e o acompanhamento profissional que vem recebendo desde seu retorno:

"Eu não sei o que ocorreu entre a notificação do meu desaparecimento e o momento em que peguei o meu celular. Mas o que eu sei é que ando meio cansada. A cada pessoa com quem falo, tento acender o fogo, fazer com que abandonem a liturgia, mas a epidemia das telas é maior que esse corpo todo".

"Aprendi muito, principalmente a cuidar da saúde da minha mãe. E ainda tenho esperança de que mais gente possa aprender com tudo isso também. De uma modelo, eu fui ser ninguém."

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Fonte original: www.cnnbrasil.com.br

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