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Maranhão

Operação Dupla Face: Gaeco combate organização criminosa integrada por agentes de segurança pública

O Ministério Público do Maranhão, em conjunto com a Polícia Civil, apoiou a Operação Dupla Face, deflagrada pelo MP do Ceará, que desarticulou grupo criminoso com agentes de segurança pública envolvidos em crimes.

Por Atualizada em 30/10/2026 às 09:00

Operação Dupla Face: Gaeco combate organização criminosa integrada por agentes de segurança pública
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O Ministério Público do Estado do Maranhão (MPMA), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO), em ação conjunta com a Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC) da Polícia Civil, prestou apoio operacional à Operação Dupla Face, deflagrada nesta quinta-feira (29) pelo Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE).

Em solo maranhense, as equipes do GAECO e da SEIC cumpriram um mandado de prisão preventiva e um mandado de busca e apreensão no município de Capinzal do Norte, localizado na Região Central do estado.

A operação teve como finalidade desarticular uma organização criminosa supostamente integrada por agentes de segurança pública que utilizavam suas prerrogativas funcionais para a prática de crimes.

Ao todo, o balanço consolidado da Operação Dupla Face resultou em quatro mandados cumpridos, sendo três policiais e um informante recolhido no sistema prisional; cinco mandados executados nas cidades de Fortaleza, Maracanaú e Aquiraz, no Ceará, além do cumprimento em Capinzal do Norte, no Maranhão; apreensões de materiais como armamentos, um bloqueador de sinal de GPS e um drone utilizados pelas equipes investigadas.

De acordo com os levantamentos promovidos pelo GAECO do MPCE, o grupo operava em um esquema estruturado em que os investigados utilizavam um indivíduo ligado a uma facção criminosa para intermediar a aquisição de drogas.

Em seguida, os policiais envolvidos simulavam abordagens em viaturas oficiais caracterizadas para interceptar o entorpecente. Contudo, os agentes não formalizavam os autos de prisão em flagrante nem apresentavam as apreensões nas delegacias, apropriando-se do material ilícito.

A operação contou com o suporte direto de órgãos de inteligência e forças de segurança pública do Ceará e do Maranhão. As investigações prosseguem sob a responsabilidade do MPCE para identificar e responsabilizar outros integrantes do esquema.

Fonte original: difusoranews.com

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