O Ministério da Saúde vai ampliar as ações de busca ativa para identificar apostadores contumazes após a proibição das apostas on-line anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 25 de maio de 2029, em São Paulo.
Segundo o ministro Alexandre Padilha, essas ações já ocorrem desde dezembro de 2025, com base em dados compartilhados pelos ministérios da Fazenda, Segurança e Receita Federal. O objetivo é oferecer acompanhamento e tratamento quando necessário.
“O Ministério da Saúde é dono do ambiente onde circulam estes dados, o Nuvem Brasil, que é absolutamente protegido e opera seguindo todas as regras da LGPD e todas as regras da ética na saúde que os profissionais têm que seguir”, declarou Padilha em coletiva.
O ministro destacou o uso da rede do programa Meu SUS Digital e de teleatendimentos para oferecer suporte em saúde mental a apostadores e seus familiares que enfrentarem dificuldades com a mudança nas regras.
Padilha também ressaltou o impacto das apostas na saúde pública e na economia, citando estudo do Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (IEPS) que estima o custo social das apostas em R$ 38,8 bilhões por ano, sendo R$ 17 bilhões relacionados a mortes adicionais por suicídios.







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