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Política

Chefe da missão da OEA pede que eleitores 'respeitem e aceitem vontade cidadã expressa nas urnas'

José Miguel Insulza, chefe da missão da OEA no Brasil, afirmou que o sistema eleitoral brasileiro é seguro e transparente e pediu respeito ao resultado oficial das Eleições 2026.

Por Atualizada em 25/10/2026 às 13:00

Chefe da missão da OEA pede que eleitores 'respeitem e aceitem vontade cidadã expressa nas urnas'
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O chefe da missão de Observação Eleitoral da Organização dos Estados Americanos (OEA) no Brasil, José Miguel Insulza, atestou a transparência e confiabilidade do sistema eleitoral brasileiro durante o acompanhamento das Eleições 2026 no domingo (25). Ele convocou os eleitores a "respeitarem e aceitarem a vontade cidadã expressa nas urnas".

Os observadores da OEA estiveram no país durante o primeiro turno, realizado em 4 de outubro, e retornaram para o segundo turno, quando os brasileiros voltam às urnas para escolher o presidente da República e governadores em cinco estados e no Distrito Federal.

Mais de 158 milhões de eleitores puderam participar da definição de uma das disputas presidenciais mais acirradas da história do país. Desse total, mais de 136 milhões são obrigados a votar e pouco mais de 22 milhões podem votar facultativamente.

José Miguel Insulza destacou que, "nos locais observados, a votação transcorreu com tranquilidade e em condições adequadas de segurança". Por isso, pediu que os eleitores respeitem o resultado que será apresentado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Esta é a quinta missão da OEA no Brasil desde 2018, quando a organização passou a enviar observadores para acompanhar as eleições brasileiras.

Posição da OEA sobre eleições na Venezuela

A Organização dos Estados Americanos já emitiu críticas a processos eleitorais em outros países da região. Em julho de 2024, a OEA afirmou não reconhecer o resultado anunciado pelas autoridades eleitorais da Venezuela, que declararam Nicolás Maduro vencedor da eleição presidencial.

Em relatório sobre o pleito venezuelano, a OEA apontou indícios de que o governo Maduro teria distorcido o resultado, citando relatos de "ilegalidades, vícios e más práticas". A organização também afirmou que o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) proclamou Maduro vencedor sem apresentar os dados necessários para comprovar o resultado, e que os números oficiais continham "erros aritméticos".

Fonte original: g1.globo.com

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