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Política

Lula diz que economia precisa estar 'arrumada' para atrair investimentos

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o país precisa de responsabilidade fiscal e segurança jurídica para atrair investimentos, durante a 1ª reunião do Conselho para Industrialização de Minerais Críticos.

Por Atualizada em 06/11/2026 às 06:00

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quinta-feira (5) que a economia brasileira precisa estar "arrumada" para atrair investimentos, ressaltando que ninguém vai querer investir em uma "economia totalmente desordenada".

Lula destacou que o país deve demonstrar seriedade para captar capital estrangeiro e que os investidores consideram fatores como segurança jurídica e responsabilidade fiscal antes de aplicar recursos.

"As pessoas vão colocar dinheiro aqui se eles perceberem que o investimento dele vai criar o benefício para os objetivos deles e ao mesmo tempo gerar retorno financeiro para os seus investimentos. É por isso que nós temos que ter responsabilidade jurídica. É por isso que nós temos que ter responsabilidade fiscal. É por isso que a gente não pode brincar e fazer parcerias e fazer o projeto que nós estamos fazendo. Esse projeto da criação do conselho é um instante de muita seriedade desse país".

O pronunciamento ocorreu durante a 1ª reunião do Conselho para Industrialização de Minerais Críticos, que aprovou a lista dos minerais qualificados como críticos e estratégicos para o Brasil, incluindo terras raras, grafita, níquel, potássio e nióbio.

Na manhã do mesmo dia, o presidente convocou o ministro da Fazenda, Dario Durigan, ex-ministros e economistas do PT para discutir medidas econômicas após o Banco Central interromper o ciclo de corte de juros na quarta-feira (4).

A reunião teve início por volta das 12h no Palácio da Alvorada e durou cerca de quatro horas. Além de Dario Durigan, participaram o vice-presidente Geraldo Alckmin, os ministros Bruno Moretti (Planejamento), Miriam Belchior (Casa Civil) e Esther Dweck (Gestão), os ex-ministros Fernando Haddad, Aloizio Mercadante e Guido Mantega, além dos economistas Luciano Coutinho, Eduardo Moreira e Laura Carvalho.

Após o encontro, o ministro da Fazenda afirmou que não há "fórmula mágica" para a economia brasileira e que o governo Lula vai "manter compromissos fiscais" e os feitos durante a campanha eleitoral no plano social.

Fonte original: g1.globo.com

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