O Dia do Servidor Público Federal é celebrado em 28 de outubro. Embora não seja feriado nacional, a data é considerada ponto facultativo nos órgãos da administração pública federal direta, autárquica e fundacional.
O governo federal anunciou a transferência do ponto facultativo do Dia do Servidor Público, previsto inicialmente para quarta-feira (28), para esta sexta-feira (30). Com isso, os servidores abrangidos pela medida poderão ter até quatro dias consecutivos de descanso, considerando o fim de semana e o feriado de Finados, na segunda-feira (2).
O ponto facultativo será observado pelos órgãos e entidades da administração pública federal direta, autárquica e fundacional, sem prejuízo da continuidade dos serviços essenciais à população. Caberá aos dirigentes máximos de cada órgão ou entidade identificar os serviços considerados essenciais e adotar as medidas necessárias para assegurar seu funcionamento durante a data.
A Portaria que oficializa a transferência da data será divulgada no Diário Oficial da União desta terça-feira (27/10).
A folga no Dia do Servidor Público depende do vínculo profissional e das regras aplicáveis a cada órgão ou empresa:
- Servidores públicos federais: o dia é ponto facultativo nos órgãos do governo federal. Mesmo assim, serviços essenciais, como saúde e segurança, podem funcionar normalmente.
- Servidores estaduais e municipais: a folga depende das decisões de cada governo. Por isso, é importante consultar o calendário oficial do estado ou município.
- Empregados públicos contratados pela CLT: seguem as regras do órgão ou da empresa em que trabalham. No caso das estatais, também podem valer normas internas e acordos coletivos.
- Trabalhadores terceirizados em órgãos públicos: não têm folga garantida. Mas, se o órgão fechar e o posto de trabalho ficar inativo, a empresa não pode descontar o dia de quem estava à disposição para trabalhar.
- Empregados de empresas privadas: trabalham normalmente, a menos que a empresa conceda folga ou exista alguma regra que garanta a dispensa.
Foto: Ana Volpe/Agência Senado







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