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Política

Após críticas de líder do PL, Alcolumbre diz que lamenta eleição de quem se promove 'ofendendo e agredindo'

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, rebateu críticas do líder do PL, Carlos Portinho, e lamentou o uso de agressões para promoção eleitoral, além de criticar questionamentos sobre as urnas eletrônicas.

Por Atualizada em 05/11/2026 às 00:00

Após críticas de líder do PL, Alcolumbre diz que lamenta eleição de quem se promove 'ofendendo e agredindo'
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O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou nesta quarta-feira (4) que lamenta que políticos tenham se promovido durante as eleições por meio de ofensas a outras pessoas. A declaração foi feita após críticas do líder do Partido Liberal (PL), Carlos Portinho (PL-RJ).

Alcolumbre destacou que as agressões buscam angariar apoio do que chamou de "radicalismo horrível" presente no Brasil. Segundo ele, "estão prevalecendo as agressões, as ameaças e as mentiras".

"Lamento que políticos tenham se promovido durante as eleições ofendendo outras pessoas"

"Estão prevalecendo as agressões, as ameaças e as mentiras"

O presidente do Senado também criticou falas que colocaram em dúvida o resultado das eleições, citando o senador Flávio Bolsonaro (PL) após o segundo turno:

"[Falas que colocam em dúvida o resultado das eleições] não contribuem para o fortalecimento da democracia"

Conflito sobre votação da redução da maioridade penal

O discurso de Alcolumbre ocorreu após o líder do PL cobrar a votação ainda nesta quarta-feira (4) de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê a redução da maioridade penal. Mais cedo, Alcolumbre havia afirmado que não votaria o texto porque a Câmara dos Deputados iniciou a discussão antes do Senado.

Portinho criticou a decisão e afirmou que Alcolumbre estaria descumprindo um acordo firmado entre os líderes no dia anterior para acelerar a votação do tema. O PL defende a redução da maioridade penal para 14 anos em casos de crimes hediondos e para 16 anos para os demais crimes.

Para parte dos senadores, a fala de Portinho foi interpretada como um ataque à atuação de Alcolumbre, que recebeu defesas de parlamentares governistas em discursos no plenário.

Portinho também defendeu a fuga do senador Flávio Bolsonaro para os Estados Unidos e afirmou que nenhum deles respondeu sobre o compromisso não cumprido.

Fonte original: g1.globo.com

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